sábado, 16 de junho de 2012

Mãe de Água - Reservatório da Patriarcal


O Reservatório da Patriarcal foi projectado, em 1856, pelo Engenheiro francês Mary. Foi em tempos passados o reservatório mais importante na rede de distribuição de água da baixa lisboeta.
  



Situado debaixo do Jardim do Príncipe Real, o seu reservatório tinha a capacidade para 880m3 de água, com 31 pilares de 9, 25 metros.

Na década de 40 deixou de funcionar.


Hoje em dia é palco de várias iniciativas culturais, nomeadamente espectáculos, exposições de fotografia e escultura, entre outras.


O projecto de recuperação do Reservatório da Patriarcal foi distinguido com o Prémio Eugénio dos Santos.


BF

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Manjericos

 "Em casa é que eu não fico
Ninguém me vai segurar
Vou comprar um manjerico
É toda a noite vou brincar"



Estamos em Junho e Junho é o mês dos Santos Populares.
Em Lisboa festeja-se o Santo António e compra-se o manjerico!



























Em Portugal, o manjerico é uma planta bastante associada com as festas de Santo António e de São João, realizadas em 13 de Junho e 24 de Junho, respectivamente, em vários municípios. Na tradição popular das festas em honra de Santo António em Lisboa, por exemplo, é costume os rapazes comprarem um manjerico num pequeno vaso, para oferecer à namorada, o qual traz uma bandeirinha com uma quadra popular, por vezes brejeira ou jocosa.
Informação retirada de http://pt.wikipedia.org/wiki/Manjerico.
LB


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Procissao de Santa Rita de Cassia

22 de Maio de 2012 - Era meio dia e as pessoas juntavam/se a porta da pequena Capela da Oliveira, na Rua de São Julião. Lá dentro decorria a missa.



Cá fora os elementos da banda aguardavam...




E os instrumentos também.





As pessoas levavam rosas

Até que....
das janelas caíram pétalas de rosa,


a banda começou a tocar


e a procissão saíu.

Apanharam-se  pétalas!!
A
A procissão chegou ao fim!!
(LB)


Filha única, foi mãe, viúva, religiosa e estigmatizada. Nasceu em 22 de  maio do ano 1381, um ano depois da morte de Santa Catarina de Siena. A casa natal de Santa Rita está perto de Cássia, entre as montanhas, a umas quarenta milhas de Assis, na Úmbria, região do centro da Itália.
Mais informação - Wikipédia.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Personagens do Cais do Sodré

A brisa que vinha do rio convidava a parar para uma pequena leitura...



Uma pequena soneca que o sol vai embalando com os seus raios...



e sonhando com o fiel amigo, seguimos como espuma os nossos devaneios de marinheiros por esses mares nunca antes navegados.


Izilda Vaz

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Os Bancos da Avenida da "Nossa" Liberdade

Esta é a Avenida
Da nossa Liberdade
Essa, que esmorece no olhar
De quem por ela grita!
Movidos pela força  das memórias
Dos gritos ouvidos contra gestos contidos.
Esta é a Avenida…
E os bancos!
Em que descansas os sonhos,
E a vontade,
De ir e ser…
Sempre
Liberdade!

BF






Um Pouco de história:
Informação retirada de http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-avenida-da-liberdade-16422
A Avenida da Liberdade, liga a Praça dos Restauradores à Praça Marquês de Pombal e é considerada um dos lugares mais elegantes da cidade de Lisboa, ponto de eleição de escritórios, árvores centenárias, lojas de moda de renome internacional, centro de cortejos, festividades, manifestações e local de passagem de milhares e milhares de trabalhadores diariamente. 
Após o grande terramoto de 1755, foi este o local eleito pelo Marquês de Pombal (Ministro do Rei D. José I na altura do terramoto, que estabeleceu todo o plano urbano, reconstrutivo e reorganizativo da cidade) para favorecer a classe que muito cooperou para o seu plano urbanístico, criando neste espaço, mais propriamente na área ocupada pela parte inferior da Avenida da Liberdade e Praça dos Restauradores, o então chamado “Passeio Público”, rodeado por muros e portões por onde só passavam os membros da alta sociedade. Lugar de eleição da elite nobre e burguesa, teve os seus muros derrubados em 1821 aquando a subida ao poder dos Liberais, que assim fizeram jus ao “Público” deste Passeio, tornando-o aberto a todos. 
A Avenida que hoje se pode ver foi construída entre 1879 e 82 no estilo dos Campos Elísios, em Paris, compreendendo cerca de 90 metros de largura e pavimentos decorados com padrões abstractos, sendo hoje em dia a 35ª avenida mais cara do mundo, conservando alguns dos seus edifícios e mansões originais, e repleta de hotéis, cafés, teatros, universidades e lojas de luxo. 
Concedendo agradáveis passeios por entre árvores centenárias, fontes e esplanadas magníficas, encontram-se ainda alguns monumentos, como o de homenagem aos que morreram na Primeira Guerra Mundial

BF